quarta-feira, 12 de outubro de 2016

MATEMÁTICA DO DELÍRIO


A matemática de Penrose ganha cosmologia na coleção que propõe um olhar além, uma tradução da arte sinética em forma de vestir. Fórmulas matemáticas transformando-se em combinações trianguares - completudes - que explicam a lógica, a exatidão em imagens, estampas. A coleção busca decifrar, persegue a  eveza do formal, distancia-se da aspereza da fórmula que busca explicar o incansável propondo nova dimensão do exato. Persegue o que se assemelha à natureza e escolhe o corpo como ferramenta em contornos orgânicos, sinuosos, traduzindo com ele o tal delírio.

Texto: Alina Amaral
Styling: Tininha Viana



















terça-feira, 11 de outubro de 2016

UM JARDIM DE LINHAS



Para esse comecinho de primavera, temos a coleção " Um Jardim de Linhas". A coleção tece em trançados constantes, cores por entre planos, horizontes possíveis.Por entre planos emergem as flores,doces em permissão, enfeitam canteiros traçados de pétalas e luzes.Linhas que sobrepõem, altivas e serenas refazem traçados em novas imagens. O traço é liberto, encontra no corpo limite possível traçando em imagens.
Um jardim de linhas fartas, de cores, de imagens em cortes. Molduras do corpo.

Texto: Alina Amaral
Styling: Tininha Viana


















segunda-feira, 10 de outubro de 2016

ÁFRICA



 Continente de muitos conteúdos, cores, sons, imagens, berço de todos os símbolos, a África inspira essa coleção. os padrões geométricos africanos transforman´se em imagens em busca de um novo contexto - recriado em ode a força simbolica. Há outras pulsações ressoando nas linhas e formas fundamentais africanas refeitos com ares contemporâneo, urbano mas é sempre o espaço que se retrata. E é também o do ser, da casa que o abriga, da roupa que se  veste.

Texto : Alina Amaral
Styling: Tininha Viana













sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O JOGO DAS CONTAS DE VIDRO




Inspirado no livro " o Jogo das Contas de Vidro" de Hermann Hersse, vencedor do Nobel de literatura em 1946,o Jogo medieval das contas de vidro, arte cinética e a arte dos vitrais inspiram essa coleção. As formas se dispõem novas, livres, inventivas, reflexos momentâneos. A arte cinética permite a perspectiva da libertade e propõe o movimentos em estampas e formas orgânicas, femininas, livres.
As cores são traduções dos reflexos dos vitrais sob a incidência da luz e se refazem em um caledoiscópio de imagens. A geometria permanece, a  perspectiva se percebe nas camadas de cores e formas. As novas imagens são o limite.

Texto: Alina Amaral
Styling: Tininha Viana